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Saboteur
Editora: Gigamic
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Saboteur
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110 cartões de 56.0mm largura e 87.0mm de altura
EDIÇÃO COM CAIXA DE METAL
Saboteur nasce da mente de Frederic Moyersoen, um autor holandês que não é particularmente conhecido e prolífico, que parece se divertir criando fillers e breves family-games (Gouda! Gouda!, Dynamit Joe, La Courte Paille). Entre suas produções, segundo o próprio autor, Saboteur é a que teve mais sucesso e, como veremos, provavelmente não sem razão.
Neste novo jogo de cartas, os jogadores assumem o papel de gnomos mineiros industriosos que, em grupo e ajudando-se mutuamente, tentarão escavar profundas galerias em busca de um precioso filão de ouro. Infelizmente, na companhia se esconde algum perigoso sabotador com a intenção oculta de fazer tudo explodir.
Se os mineiros honestos conseguirem alcançar o filão de ouro, ganharão a “rodada” e serão recompensados com caras pepitas de ouro. Se, por algum motivo obscuro, sua expedição falhar, serão os sabotadores que se regozijarão e desfrutarão do precioso metal nobre.
O problema é que, durante toda a rodada, a verdade sobre seus papéis permanece desconhecida, e só no final será revelada.
Mecanismo de jogo
Embora Saboteur seja um clássico jogo de cartas, ele revela em seu funcionamento uma mecânica típica dos jogos de colocação. O desenrolar das minas, de fato, com suas ramificações e becos sem saída, é realizado colocando, turno após turno, as chamadas “cartas de caminho” que representam cada uma diferentes combinações de túneis.
Para que cada mineiro possa continuar trabalhando nas minas, são necessárias as ferramentas de trabalho apropriadas: picareta, lâmpada e carrinho. Sem mesmo uma dessas ferramentas, seria impossível para o mineiro realizar seu trabalho. Agora, embora cada jogador já comece com tudo o que precisa, pode acontecer que entre um turno e outro, algum malandro decida danificar uma ferramenta. Felizmente para ele, com o tempo ou graças à intervenção de um companheiro, será possível reparar a(s) ferramenta(s) e retomar a escavação.
Mas, em termos de jogo, como tudo isso se realiza?
Cada jogador tem constantemente seis cartas na mão: a cada turno, ele tem o direito de jogar uma e comprar outra do baralho. Este último é composto pelas já mencionadas “cartas de caminho” e por um segundo tipo de cartas, chamadas “cartas de ação”. Se com as primeiras é possível fazer avançar os túneis, com as segundas podemos realizar certas ações, como danificar ou reparar ferramentas, provocar um deslizamento ou olhar o mapa do tesouro (ou seja, descobrir uma carta de destino - veja abaixo).
O objetivo para os mineiros é chegar, partindo de uma carta inicial (marcada com a escada), às “cartas de destino” sob uma das quais se encontra o tão almejado filão de ouro. Mas como vimos, infelizmente para os mineiros honestos, algum membro do grupo é um sabotador e tentará, sem se expor demais, fazer com que todos os planos vão por água abaixo.
Os papéis são atribuídos no início de cada rodada por meio da compra de uma carta de um pequeno baralho especial. O número de sabotadores varia de acordo com o número total de jogadores, mas, apesar disso, nunca é possível saber com certeza quantos são os sabotadores realmente presentes no grupo. O pequeno baralho do qual se compra, de fato, sempre tem uma carta a mais do que o número total de jogadores.
Durante o desenrolar do jogo, quando, em decorrência de um movimento astuto de alguém, uma de nossas ferramentas é danificada, não poderemos mais jogar cartas de caminho, mas apenas cartas de ação até que o objeto seja reparado. Movimentos astutos como esses podem ser jogados por vários motivos: porque se suspeita que o jogador é um sabotador, porque vice-versa quem joga é um sabotador ele mesmo, ou simplesmente porque se quer chegar primeiro ao tesouro.
Chegar primeiro, de fato, é muitas vezes uma vantagem, pois é a partir do descobridor que, no sentido horário, será feita a distribuição do tesouro. Cada mineiro honesto compra aleatoriamente uma “carta de tesouro” do baralho apropriado e, pulando os sabotadores já revelados, continua comprando até que um número de cartas igual ao número total de jogadores tenha sido comprado.
Cada carta de tesouro representa uma certa quantidade de pepitas. Ao final das três rodadas de jogo, quem tiver coletado mais pepitas de ouro será declarado o vencedor.
Saboteur nasce da mente de Frederic Moyersoen, um autor holandês que não é particularmente conhecido e prolífico, que parece se divertir criando fillers e breves family-games (Gouda! Gouda!, Dynamit Joe, La Courte Paille). Entre suas produções, segundo o próprio autor, Saboteur é a que teve mais sucesso e, como veremos, provavelmente não sem razão.
Neste novo jogo de cartas, os jogadores assumem o papel de gnomos mineiros industriosos que, em grupo e ajudando-se mutuamente, tentarão escavar profundas galerias em busca de um precioso filão de ouro. Infelizmente, na companhia se esconde algum perigoso sabotador com a intenção oculta de fazer tudo explodir.
Se os mineiros honestos conseguirem alcançar o filão de ouro, ganharão a “rodada” e serão recompensados com caras pepitas de ouro. Se, por algum motivo obscuro, sua expedição falhar, serão os sabotadores que se regozijarão e desfrutarão do precioso metal nobre.
O problema é que, durante toda a rodada, a verdade sobre seus papéis permanece desconhecida, e só no final será revelada.
Mecanismo de jogo
Embora Saboteur seja um clássico jogo de cartas, ele revela em seu funcionamento uma mecânica típica dos jogos de colocação. O desenrolar das minas, de fato, com suas ramificações e becos sem saída, é realizado colocando, turno após turno, as chamadas “cartas de caminho” que representam cada uma diferentes combinações de túneis.
Para que cada mineiro possa continuar trabalhando nas minas, são necessárias as ferramentas de trabalho apropriadas: picareta, lâmpada e carrinho. Sem mesmo uma dessas ferramentas, seria impossível para o mineiro realizar seu trabalho. Agora, embora cada jogador já comece com tudo o que precisa, pode acontecer que entre um turno e outro, algum malandro decida danificar uma ferramenta. Felizmente para ele, com o tempo ou graças à intervenção de um companheiro, será possível reparar a(s) ferramenta(s) e retomar a escavação.
Mas, em termos de jogo, como tudo isso se realiza?
Cada jogador tem constantemente seis cartas na mão: a cada turno, ele tem o direito de jogar uma e comprar outra do baralho. Este último é composto pelas já mencionadas “cartas de caminho” e por um segundo tipo de cartas, chamadas “cartas de ação”. Se com as primeiras é possível fazer avançar os túneis, com as segundas podemos realizar certas ações, como danificar ou reparar ferramentas, provocar um deslizamento ou olhar o mapa do tesouro (ou seja, descobrir uma carta de destino - veja abaixo).
O objetivo para os mineiros é chegar, partindo de uma carta inicial (marcada com a escada), às “cartas de destino” sob uma das quais se encontra o tão almejado filão de ouro. Mas como vimos, infelizmente para os mineiros honestos, algum membro do grupo é um sabotador e tentará, sem se expor demais, fazer com que todos os planos vão por água abaixo.
Os papéis são atribuídos no início de cada rodada por meio da compra de uma carta de um pequeno baralho especial. O número de sabotadores varia de acordo com o número total de jogadores, mas, apesar disso, nunca é possível saber com certeza quantos são os sabotadores realmente presentes no grupo. O pequeno baralho do qual se compra, de fato, sempre tem uma carta a mais do que o número total de jogadores.
Durante o desenrolar do jogo, quando, em decorrência de um movimento astuto de alguém, uma de nossas ferramentas é danificada, não poderemos mais jogar cartas de caminho, mas apenas cartas de ação até que o objeto seja reparado. Movimentos astutos como esses podem ser jogados por vários motivos: porque se suspeita que o jogador é um sabotador, porque vice-versa quem joga é um sabotador ele mesmo, ou simplesmente porque se quer chegar primeiro ao tesouro.
Chegar primeiro, de fato, é muitas vezes uma vantagem, pois é a partir do descobridor que, no sentido horário, será feita a distribuição do tesouro. Cada mineiro honesto compra aleatoriamente uma “carta de tesouro” do baralho apropriado e, pulando os sabotadores já revelados, continua comprando até que um número de cartas igual ao número total de jogadores tenha sido comprado.
Cada carta de tesouro representa uma certa quantidade de pepitas. Ao final das três rodadas de jogo, quem tiver coletado mais pepitas de ouro será declarado o vencedor.
| Mecânica: | Gerenciamento de mãos Placa Modular Parcerias Colocação de ladrilhos |
| Categorias: | Blefe Jogos de cartas Exploração |
| Nomes alternativos: | Aranyásók Sabotażysta Sabotér Saboteur Σαμποτέρ お邪魔者 矮人礦坑 Aranyásók Sabotażysta Saboter Saboteur Saboteur (خرابکار) Σαμποτέρ Гномы-вредители Саботер סבאטור المخرب お邪魔者 矮人掘金 矮人礦坑 사보타지 |
| BARCODE: | ????????? |
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EDIÇÃO COM CAIXA DE METAL
Saboteur nasce da mente de Frederic Moyersoen, um autor holandês que não é particularmente conhecido e prolífico, que parece se divertir criando fillers e breves family-games (Gouda! Gouda!, Dynamit Joe, La Courte Paille). Entre suas produções, segundo o próprio autor, Saboteur é a que teve mais sucesso e, como veremos, provavelmente não sem razão.
Neste novo jogo de cartas, os jogadores assumem o papel de gnomos mineiros industriosos que, em grupo e ajudando-se mutuamente, tentarão escavar profundas galerias em busca de um precioso filão de ouro. Infelizmente, na companhia se esconde algum perigoso sabotador com a intenção oculta de fazer tudo explodir.
Se os mineiros honestos conseguirem alcançar o filão de ouro, ganharão a “rodada” e serão recompensados com caras pepitas de ouro. Se, por algum motivo obscuro, sua expedição falhar, serão os sabotadores que se regozijarão e desfrutarão do precioso metal nobre.
O problema é que, durante toda a rodada, a verdade sobre seus papéis permanece desconhecida, e só no final será revelada.
Mecanismo de jogo
Embora Saboteur seja um clássico jogo de cartas, ele revela em seu funcionamento uma mecânica típica dos jogos de colocação. O desenrolar das minas, de fato, com suas ramificações e becos sem saída, é realizado colocando, turno após turno, as chamadas “cartas de caminho” que representam cada uma diferentes combinações de túneis.
Para que cada mineiro possa continuar trabalhando nas minas, são necessárias as ferramentas de trabalho apropriadas: picareta, lâmpada e carrinho. Sem mesmo uma dessas ferramentas, seria impossível para o mineiro realizar seu trabalho. Agora, embora cada jogador já comece com tudo o que precisa, pode acontecer que entre um turno e outro, algum malandro decida danificar uma ferramenta. Felizmente para ele, com o tempo ou graças à intervenção de um companheiro, será possível reparar a(s) ferramenta(s) e retomar a escavação.
Mas, em termos de jogo, como tudo isso se realiza?
Cada jogador tem constantemente seis cartas na mão: a cada turno, ele tem o direito de jogar uma e comprar outra do baralho. Este último é composto pelas já mencionadas “cartas de caminho” e por um segundo tipo de cartas, chamadas “cartas de ação”. Se com as primeiras é possível fazer avançar os túneis, com as segundas podemos realizar certas ações, como danificar ou reparar ferramentas, provocar um deslizamento ou olhar o mapa do tesouro (ou seja, descobrir uma carta de destino - veja abaixo).
O objetivo para os mineiros é chegar, partindo de uma carta inicial (marcada com a escada), às “cartas de destino” sob uma das quais se encontra o tão almejado filão de ouro. Mas como vimos, infelizmente para os mineiros honestos, algum membro do grupo é um sabotador e tentará, sem se expor demais, fazer com que todos os planos vão por água abaixo.
Os papéis são atribuídos no início de cada rodada por meio da compra de uma carta de um pequeno baralho especial. O número de sabotadores varia de acordo com o número total de jogadores, mas, apesar disso, nunca é possível saber com certeza quantos são os sabotadores realmente presentes no grupo. O pequeno baralho do qual se compra, de fato, sempre tem uma carta a mais do que o número total de jogadores.
Durante o desenrolar do jogo, quando, em decorrência de um movimento astuto de alguém, uma de nossas ferramentas é danificada, não poderemos mais jogar cartas de caminho, mas apenas cartas de ação até que o objeto seja reparado. Movimentos astutos como esses podem ser jogados por vários motivos: porque se suspeita que o jogador é um sabotador, porque vice-versa quem joga é um sabotador ele mesmo, ou simplesmente porque se quer chegar primeiro ao tesouro.
Chegar primeiro, de fato, é muitas vezes uma vantagem, pois é a partir do descobridor que, no sentido horário, será feita a distribuição do tesouro. Cada mineiro honesto compra aleatoriamente uma “carta de tesouro” do baralho apropriado e, pulando os sabotadores já revelados, continua comprando até que um número de cartas igual ao número total de jogadores tenha sido comprado.
Cada carta de tesouro representa uma certa quantidade de pepitas. Ao final das três rodadas de jogo, quem tiver coletado mais pepitas de ouro será declarado o vencedor.
Saboteur nasce da mente de Frederic Moyersoen, um autor holandês que não é particularmente conhecido e prolífico, que parece se divertir criando fillers e breves family-games (Gouda! Gouda!, Dynamit Joe, La Courte Paille). Entre suas produções, segundo o próprio autor, Saboteur é a que teve mais sucesso e, como veremos, provavelmente não sem razão.
Neste novo jogo de cartas, os jogadores assumem o papel de gnomos mineiros industriosos que, em grupo e ajudando-se mutuamente, tentarão escavar profundas galerias em busca de um precioso filão de ouro. Infelizmente, na companhia se esconde algum perigoso sabotador com a intenção oculta de fazer tudo explodir.
Se os mineiros honestos conseguirem alcançar o filão de ouro, ganharão a “rodada” e serão recompensados com caras pepitas de ouro. Se, por algum motivo obscuro, sua expedição falhar, serão os sabotadores que se regozijarão e desfrutarão do precioso metal nobre.
O problema é que, durante toda a rodada, a verdade sobre seus papéis permanece desconhecida, e só no final será revelada.
Mecanismo de jogo
Embora Saboteur seja um clássico jogo de cartas, ele revela em seu funcionamento uma mecânica típica dos jogos de colocação. O desenrolar das minas, de fato, com suas ramificações e becos sem saída, é realizado colocando, turno após turno, as chamadas “cartas de caminho” que representam cada uma diferentes combinações de túneis.
Para que cada mineiro possa continuar trabalhando nas minas, são necessárias as ferramentas de trabalho apropriadas: picareta, lâmpada e carrinho. Sem mesmo uma dessas ferramentas, seria impossível para o mineiro realizar seu trabalho. Agora, embora cada jogador já comece com tudo o que precisa, pode acontecer que entre um turno e outro, algum malandro decida danificar uma ferramenta. Felizmente para ele, com o tempo ou graças à intervenção de um companheiro, será possível reparar a(s) ferramenta(s) e retomar a escavação.
Mas, em termos de jogo, como tudo isso se realiza?
Cada jogador tem constantemente seis cartas na mão: a cada turno, ele tem o direito de jogar uma e comprar outra do baralho. Este último é composto pelas já mencionadas “cartas de caminho” e por um segundo tipo de cartas, chamadas “cartas de ação”. Se com as primeiras é possível fazer avançar os túneis, com as segundas podemos realizar certas ações, como danificar ou reparar ferramentas, provocar um deslizamento ou olhar o mapa do tesouro (ou seja, descobrir uma carta de destino - veja abaixo).
O objetivo para os mineiros é chegar, partindo de uma carta inicial (marcada com a escada), às “cartas de destino” sob uma das quais se encontra o tão almejado filão de ouro. Mas como vimos, infelizmente para os mineiros honestos, algum membro do grupo é um sabotador e tentará, sem se expor demais, fazer com que todos os planos vão por água abaixo.
Os papéis são atribuídos no início de cada rodada por meio da compra de uma carta de um pequeno baralho especial. O número de sabotadores varia de acordo com o número total de jogadores, mas, apesar disso, nunca é possível saber com certeza quantos são os sabotadores realmente presentes no grupo. O pequeno baralho do qual se compra, de fato, sempre tem uma carta a mais do que o número total de jogadores.
Durante o desenrolar do jogo, quando, em decorrência de um movimento astuto de alguém, uma de nossas ferramentas é danificada, não poderemos mais jogar cartas de caminho, mas apenas cartas de ação até que o objeto seja reparado. Movimentos astutos como esses podem ser jogados por vários motivos: porque se suspeita que o jogador é um sabotador, porque vice-versa quem joga é um sabotador ele mesmo, ou simplesmente porque se quer chegar primeiro ao tesouro.
Chegar primeiro, de fato, é muitas vezes uma vantagem, pois é a partir do descobridor que, no sentido horário, será feita a distribuição do tesouro. Cada mineiro honesto compra aleatoriamente uma “carta de tesouro” do baralho apropriado e, pulando os sabotadores já revelados, continua comprando até que um número de cartas igual ao número total de jogadores tenha sido comprado.
Cada carta de tesouro representa uma certa quantidade de pepitas. Ao final das três rodadas de jogo, quem tiver coletado mais pepitas de ouro será declarado o vencedor.
110 cartões de 56.0mm largura e 87.0mm de altura
| Mecânica: | Gerenciamento de mãos Placa Modular Parcerias Colocação de ladrilhos |
| Categorias: | Blefe Jogos de cartas Exploração |
| Nomes alternativos: | Aranyásók Sabotażysta Sabotér Saboteur Σαμποτέρ お邪魔者 矮人礦坑 Aranyásók Sabotażysta Saboter Saboteur Saboteur (خرابکار) Σαμποτέρ Гномы-вредители Саботер סבאטור المخرب お邪魔者 矮人掘金 矮人礦坑 사보타지 |
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